sexta-feira, 27 de novembro de 2009

See you later aligater!

Fériasss
Nem acredito.. O ano escolar acabou... Finalmenteee! O..o

O que fazer nas férias? Hãm... tantas coisas... Por a vida em ordem é uma delas, organizar os pensamentos, sentimentos, relações...
Acho que vou mudar de escola.. Então é bom estar preparada também..
kkkkkkkkkkkk

Todos sabem como eu faço facil amizade!
Hahá!
Mas é que eu não aguento maisa escola em que estou, não aguento mais minha sala... Não são eles, sou eu. Peço desculpas aos meus amigos (se assim poso chamá-los), porém, preciso fazer isso. Caso não o faça, será porque minha mãe não deixará que eu mude ;s

Hum... Dizem que podemos não perder os amigos por estarmos longe deles... Espero que assim seja.
kkkkkkk

Sem mais nada a declarar..
Apenas...
... esperando...
Esperando...
Esperando...

(after a while crocodile) ;*

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

As time goes by...

Hunf...
Sim, vai ser a maior contrariedade que já escrevi... Vai totalmente contra a todos os textos, tudo que escrevi teoricamente cairia por terra... Mas pensando um pouco mais além, percebi que não...

Há mais ou menos 4 dias, ouvi um texto [O menestrel- Shakespeare]- o link está no final do
texto ;]
É óbvio que o texto é perfeito, dá até raiva de pensar que o cara já tinha pensado isso há tempos... Mas belezinha...

Fiquei aqui pensando desde então... Pensando na vida, nas coisas delas, nas pessoas... Aquelas viagens que costumo fazer. Cheguei a uma conclusão um tanto quando chocante, inquietante, louca, porém sensata...
Descobri que minha vida é tão perfeita... Tão sem problemas... (aliás, problemas.. tá ai uma palavra que pensava saber o significado.. mas nao sei).
Mas, se é tão perfeita assim, por que sempre estou mal, triste, escrevo essas coisas [bem deprimentes kkk] ?!

Pois'é, de tão perfeita que é, crio problemas onde não existe, para que tenha algo de que reclamar! Horrível isso não?! Sim... Mas até que é compreensivél...

As coisas que de reclamava são extremamente normais para uma pessoa de 15 anos!
Minha sala é um inferno... Tá.. Diga-me, qual sala de aula de 1º colegial não é um saco?!
Meus amigos são idiotas, tontos, as vezes tenho medo deles... E daí?! São MEUS amigos, eu os escolhi e mais que escolher, permiti que continuassem como tais, amo-os, e sim, coloco a mão no fogo por eles... E.. eu também sou bem estranha...
Meus pais... Ah... Sou mais parecida com os dois do que possa imaginar...

É, tem uma coisa que não seria "tão normal" [odeio esse termo: normal], mas ninguem é normal de longe, muito menos de perto...

Resumindo... Quatro coisas, quatro simples coisas... E faço essa tempestade... Para quê?!
Nada... perda de tempo... Aquelas coisas que fazia comigo para descarregar a raiva...
Ridículo...

Tá... Ainda me incomoda aquela felicidade alheia, pessoas rindo vulgarmente... Porém, já me peguei mil vezes rindo à toa... Gargalhando em frente de alguma situação...

Ah.. sobre o texto ali debaixo... Reciprocidade foi o tema [eu acho]... "Não importa o quanto voce se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam".. E não devo ficar put* da vida com isso, porque.. simplesmente não devo... Não adianta, as pessoas não são obrigadas a devolver as suas sutilidades...

E o texto está começando a ficar muito longo... Mas é por ai!!
asokaspoaksp
As time goes by... (8)

ah.. o link: http://www.youtube.com/watch?v=PXH81sIeU8Q

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Blah...

Há um bom tempo eu reluto para não escrever sobre isso, para não me importar com isso, mas fica cada vez mais complicado de tentar ignorar.

A minha necessidade de escrever é maior que qualquer resistência...
Para que se importar com as pessoas, para que se matar para estar sempre do lado delas e nem perceberem todo o sacrifício que faço?!

Não é questão de reciprocidade, mas sim de percepção, de atenção. É tão frustante fazer de tudo, tentar de tudo, e a pessoa nem ligar para o que fiz.
Você se sente tão usada.. Tão boba, tão...

Não sei se vale a pena me importar com isso, também não sei mais o que pensar sobre isso..
Ou é ingenuidade ou indiferença... Acreditar na ingenuidade é mais facil, dói menos... Entretanto, as pessoas não são ingenuas, não são bobas quando precisam de algo.

Resta-me pensar que são indiferentes aos seu sacrifício e o usam quando precisam.

O que fazer? Desistir dela... E recomeçar ? Mas gosto dela, não posso simplesmente deixá-la pra lá. Também não posso continuar tão ligada e me prejudicar... Isso não seria uma amizade ;s

Acho que poderia parar de vez de me importar tanto assim... Poderia deixar de ser tão prestativa e esquecer de cuidar de mim, deixar de fazer as coisas que gosto, quero, faço, só para ficar lá do lado delas..

Não vale a pena... Mas todo mundo precisa de amigos, não?!
Sim, tenho uma, e [desculpa a palavra] foda-se os outros.
Tá.. Confesso.. Sinto saudade de muitas pessoas, de muitas coisas, lugares.. Mas não os tenho mais. Entao não há motivos sensatos para que me prenda a eles.

É hora de me desiludir, parar de ser bobinha demais e esperar que todos sejam como eu!

domingo, 27 de setembro de 2009

[sem título]

Nossa... Quanto tempo sem escrever... Mais de um mês...
Pois é, além da falta de tempo, de paciência, não tenho muito o que escrever... Hum.. Como isso?!

Se antes eu não falava pois preferia escrever, agora não escrevo muito menos falo...
Nada relacionado com emoções... Só estou cansada das pessoas, e sobretudo, cansada de mim.

Sempre escrevo asneiras nesse blog, sempre escrevo coisas legais [ou não] no meu diário, cansei disso... Algo que seria um escape, tornou-se rotina... E não quero mesmo isso...

Aliás... Por quê nossos refúgios se tornam rotina?! Por quê a recíproca também é verdadeira?! Por qual motivo tudo que tentamos fazer de diferente se torna comum e o comum volta a ser diferente?! Nós não somos imutáveis, mas nossa mutabilidade acaba sendo imutável a partir do momento que sempre mudamos!
Então poderíamos parar de mudar, para que assim voltássemos a ser imutáveis?! Não.

Não dá para se esconder da rotina, ela é necessaria para que nos apropriemos cada vez mais do que fazemos, de quem somos, de tudo que tentamos ser, ou esperamos ser... E mesmo que você não queira, é obrigado a fazer isso, é obrigado a ser social, a ser compreensivo, a se relacionar...
O por que eu não sei... Mas somos obrigados a isso.

Criamos tantas maneiras para o homem tentar se socializar [teoricamente] e viver melhor que acabamos nos afundando nas inúmeras tentativas... A ponto de não querermos mais tudo o que queríamos.

Se a rotina nos deixa entediados, por alguns meses abandonamos ela... Eu saia todo dia, e bla bla bla... Mas depois de uma semana sair se torna sua rotina.. e pronto! Parabens.. Tens mais uma.
Depois se cansa dessa nova, e volta para a antiga...

E assim vai... Um ciclo eterno e vicioso...
Simplesmente depende dele para continuar vivendo de pouco em pouco...

E para os irônicos, que riam bastante!
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

"o inferno são os outros"

Sabe qual é a parte legal (e o problema ao mesmo tempo)de ser extremamente racional e pensar sempre antes de fazer alguma coisa?
É bem óbvia, podemos nos enganar a vontade e ninguem vai perceber. Justamente pelo fato de ser racional demais, ninguem desconfiará que estou me enganando. Os erros mais estúpidos e as mentiras mais escandalosas, tornan-se nos mais puros acertos e nas verdades mais comentadas.

Posso fazer o que quiser e saber que poucos irão questionar o por que faço, e os que farão, são os que me conhecem [poucos]. Os demais... Ah.. os demais... "o inferno são os outros" - Sartre. O resto das pessoas que não sabem como sou simplesmente escutam e acham chato/legal, engraçado/futil (ai vai de cada um).

Agora a parte legal, também é problemática. Pois as vezes nem eu percebo que me engano... Essa é sem dúvidas a pior parte... Engano-me quanto às pessoas que gosto, que confio, que julgo ser amigas. Depois de uns meses percebo o erro, bom... Ai é tarde demais... A essa altura já me apeguei a tal pessoa.
O que fazer? Nada... Esperar passar.

Mas, sempre, por ser alguém racional demais, ou por me julgar racional demais sempre tenho que fazer algo. Ou para reatar o "erro", ou para extinguí-lo de vez. Opto geralmente por reatar, resultado: me ferro! (desculpem pelo palavreado).

Prefiro esperar que as pessoas vão mudar a aceitar que muitas não querem mudar!
Sim, mais uma vez, o racionalismo bate mais forte... O que faço? Insisto!
Mais um erro, porém, ninguem interpreta assim, todos acham bonitinho, carinhoso e todos se enganam.. Não é!
É inutil a insistência, é extremamente ideológico pensar que faço isso porque quero, não, corrijo, queria.. Há uns dois anos... Agora é resistência!

Esclarecido? Sim, o que farei?
Aha.. "o inferno são os outros"... isso é a mesma coisa que dizer: Fodam-se as pessoas!
Vou fazer delas o existencialismo de Em-si.
Para mim, elas não saberão de sua existência, não saberam qual a utilidade delas para elas!

E estará otimo assim!

Podem-me dizer: Mas você só existe porque os outros existem!
E então direi: Logo deixarei de existir!

sábado, 1 de agosto de 2009

Assistam!

http://www.youtube.com/watch?v=CcgCBiyGljM

E nós, somos tontos em acreditar que eles realmente pensam no povo!


ps: hunf.. mesmo que eu bloqueie a busca do meu blog no google, na rede há um certo controle.. Alguns videos, temas que posto e postarei podem fazer com que o blog vá para o espaço!
hahahaha.. mas dai faco outro! ;]

terça-feira, 28 de julho de 2009

Bodas de ouro!

Yupiiii... Vamos comemorar! Bodas de ouro para o blog!
Hahaha!
50 postagens! ^^

Quanta perda de tempo! Tanta coisa importante para pensar e é isso que as pessoas fazem... Comemoram, festejam, ignoram, negligenciam e abandonam.

Estava ontem conversando de madrugada com a minha mãe. Eu estava com medo de não ter mais o que fazer, 2 anos e meio não existir mais universidades públicas. Disse que por mais horrivel que parecesse eu gostaria de ter vivido na ditadura, ai pelo menos teria feito algo. Ela disse: "Calma, vocês terão muitas coisas para fazer!".

Dai fiquei pensando.. E teremos mesmo, porém a questão é: faremos? Não sei! Do jeito que estamos agora, parece-me que não.
Entretanto, continuei a pensar, indagar e tentar achar algo que ative as pessoas, despertem-as...
Sim, descobri (pelo menos acho que descobri), a tal coisa é a curiosidade!

O novo, o que não estamos acostumados, o que não sabemos como funciona... Todos são curiosos, alguns mais, outros menos, mas são! É isso que tem que ser explorado para motivar-nos.
Com auxílio do fator desafiador, pelo fato de termos medo do que é novo, precimos de um combustível para nos mover: vontade de provar que conseguimos (popurlamente, dizemos que aceitamos o desafio).

Daqui uns 10 anos, aproximadamente, eu terei 25 anos, teoricamente adulta, pretendo já ter terminado a faculdade... Mas nesse periodo muitas coisas estarão acontecendo, coisas que teremos de escolher entre: 1ª nada fazer e sofrer depois com as respectivas consequências, ou 2ª fazer algo e lidar com as consequências de querermos mudança!

Ontem, perguntava-me sem parar, o que, como, quando, onde... Como sou pouco sistematica, fiz um processo de raciocínio. Comecemos pelas escolhas:

1ª- Se nada fizermos, teremos como problemas socioesconômicos os que já temos hoje, porem em quantidade maior. A educação será cada vez mais restritiva e mais difícil de ser aplicada, a liberdade de escolha, opção, expressão, será vetada pela mídia, mais do que é atualmente, a super população acarretará problemas em relação a comida e a água (além do desperdício), a ecologia praticamente perderá suas forças quanto as questões de proteção ao meio ambiente.

2ª- Caso nos organizemos e conseguirmos levantar uma bandeira, teremos o problema pelo fato de sermos, como gostam de dizer, 'os revoltados', a oposição... Mas, podemos conseguir!

Agora a pergunta mais pertinente: O que eu vou ter para fazer? Para mudar? Fiquei pensando, o mundo já está uma droga, como melhorar?!
Todos os problemas da primeira opção, serão nossas causas!
Anos 60, 70, 80 lutaram pela nossa liberdade, por uma sociedade mais justa. Anos 90 (antes também) meus pais, amigos e milhões de pessoas lutaram em sindicatos, CUT, APEOESP e agora acabaram. Esses 40 anos de luta, foram em vão?!

Vinte anos de ditadura militar no Brasil, milhões de torturados, mortos e nós o que fazemos para agradecer essa luta? Nada!
Anos de manifestações e protestos para melhorar as condições trabalhistas, acabar com a exploração infantil, com o manicômio, com o preconceito e o que fazemos? Nada!
Tem uma poesia, que não me lembro do autor, muito menos dela inteira, mas é mais ou menos assim:
" um dia eles chegam e acabam com seu jardim e voce não fala nada
no outro dias eles invadem sua casa e voce não fala nada
no último dia eles tampam-lhe a garganta e te cortam, ai já não podes dizer mais nada"
(algo parecido com isso)

É assim que seremos? Máquinas do capitalismo? Reféns da sociedade?
Não, não podemos! Devemos isso a muitas pessoas que deram a própria vida, para que hoje possamos andar livremente nas ruas e mais que isso, devemos a nós mesmos.

Não seremos uma geração esquecida, nem uma geração sem argumento, não seremos controlados ou privados de qualquer direito!
Como fazer tudo isso?
Nos interessando pelos acontecimentos do mundo, nos importando com as pessoas, não faremos caridade, não! Faremos o que tem que ser feito!
Podem me contestar e dizer: "mas eu não gosto de política". Tudo bem, ninguém é obrigado a gostar, mas é uma questão maior que nossos simples caprichos, é uma luta para um bem maior!

Assim como nossos pais lutaram por eles e por nós, temos que lutar por nós e pelos próximos!
Não pensaremos em nossas diferenças, pensaremos nas igualdades e necessidades em comum, não deixaremos que os medos privados invadam o lugar público.

Porque antes de pensarmos que temos que nos cuidar e viver bem, temos que pensar que para isso, precisamos conseguir viver primeiro!

segunda-feira, 27 de julho de 2009

E o vento levou..

Obrigada por me abandonar, por dizer que esse tempo todo você viveu uma mentira, que não era você, que só disfarçava a angústia, a tristeza.
Sabe o que eu penso de tudo isso? Nada! Penso o esperado: tudo acaba!

Podem me dizer que precisas de tempo, para voltar, recontituir-se... Mas eu acho que não... Quanto mais tempo eu te der, mais você vai mudar e se entregar. E quanto mais você achar que eu não te entendo, mais se distanciará de mim.

Mas sabe o que eu acho complicado nessa história toda? O fato de você apagar oito anos da sua história, dizer que foi mentira, que foram perdidos. Se foram mentiras, então tudo o que fez foi mentira também, tudo o que construiu, tudo o que cultivou, eu, nossos amigos, tudo!

Podes me dizer que estou exagerando, que estou com ciúmes, que estou triste por você ter ido embrora de Bauru, mas como me falas: " só você sabe o que sente". Pois é, não é nada disso que sinto, digo-te o que sinto: Minha madrinha indo embora, sem ao menos dizer adeus! Sinto-me decepcionada contigo, porque confiei em você, amei você, e está simplesmente apagando isso tudo.

Dirás também que não! Que só mudou de cidade, de algumas perspectivas... Mas não, você mudou por inteiro.

Não sei o porque disso, essa mudança repentina! Diga-me, olhe nos meus olhos e fale: Eu não era feliz aí, e enganei todos vocês.
Quando me falar isso vou acreditar que você se foi de vez.
Entretanto, enquanto não falar, não desistirei de pensar e de me iludir que você pode voltar!
Não mudar de volta para Bauru, podes estar em qualquer lugar do mundo, onde mora não faz, nem fará diferença, falo de uma volta introspectiva.

Agora, deves estar aí pensando como nisso tudo refletirá em você, em seus sentimentos, em seu 'espírito'. E eu, estou aqui, pensando em você e em tudo que passamos juntas, no quanto rimos, no quanto cantamos e como me dirverti com isso, sim, penso também no quanto chorei quando você mudou, no quanto voce sofreu há um tempo... Só quero dizer, com essas cinco linhas aqui escritas a diferença: em como você era e como é agora.

Como pensava, como pensa. Como fazia, como faz.
Tá, desde que te conheço, nunca fostes de pensar sempre nas outras pessoas, porém agora...
A viagem que você fez para encontrar algo foi muito além do que devia.

E como conheço você, assim que ler, pode me chamar de agressiva, já que escrevi coisas 'absurdas' sobre ti. "Individualista, mentirosa, falsa, etc. e etc.".
Mas não me chames disso antes de rever o que fizestes, antes ao menos de perceber o que está fazendo.
Se não conseguir perceber, eu te ajudarei dizendo: Foi extremamente ridículo o que você fez esse final de semana!

Se quiser tempo... Dou-lhe
Disse-me que lhe fez bem isso tudo.. Então tá... Nada mais farei e nem vou mais fazer nada...

Porque eu me preocupo bastante contigo para brigar e falar vagas palavras, já que estas não mudarão nada, só inibirão o direito que eu tenho de falar essas coisas.

E você, no momento,
se preocupa demais contigo
para prestar atenção no que digo!