segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Uma resposta dígna

A respenito da postagem passada ( Previsões do futuro), só o que posso dizer, é que definitivamente não esperava a reação das duas primeiras pessoas, não esperava esse choque emocional. Sinto-me bem por isso, são sentimentos positivos, bons.

Eu acho que devia isso a uma pessoa (a primeira), tinha que ter falado pessoalmente, mas por vergonha, medo, ou qualquer outra coisa, não o fiz. Deixei mais uma vez que o medo/vergonha, não me deixam fazer o que queria. Então direi por aqui mesmo.

Obrigado por tudo, tudo. Que me ensinou, que me mostrou, mesmo que incondicionalmente não saiba do bem que me fizestes, agradeço assim mesmo. Obrigado: por me mostrar todos os tipos de músicas, que hoje são essenciais para mim; por não me deixar desistir de tocar violão; por mostrar o quanto alguém pode sempre se esforçar para fazer o que tem que fazer, não importando como esteja, tira força do último lugar possível e continua.

Realmente, precisava disso, ver que não posso desistir do que quero fazer .
Não quero mais viver sonhando, nem trancada em mim mesma. E você me ajudou a sair dessa.

Obrigado...

sábado, 13 de setembro de 2008

Previsões do Futuro

Não deveria estar escrevendo sobre ele (futuro), é preciso viver o presente, mas é necessário pensar no futuro.

O que quero ser, eu nao sei, quero ser eu mesma, mas ultimamente é complicado ser quem é, sem alterações externas.

O que quero fazer, ser jornalista e de preferência não morar no Brasil.

No intervalo de tempo que tenho até que tudo isso aconteça, gostaria de me 'inspirar' em várias pessoas, as quais admiro muito, não vou citar os nomes, mas direi fazendo com que saibam quem são. (Os pais são excessões)

A primeira pessoa, conheço-a há um tempo, praticamente me fez gostar de metade das músicas que gosto, ensinou-me várias coisas, e a personalidade dela é insubstituível. Toca violão/guitarra muito bem. Seria basicamente a pessoa que não posso esquecer, e certamente não vou!!

A segunda, é uma que conheci a pouco tempo, antes de conhecê-la achava que era alguém meio não tão simpática quanto a primeira, mas assim que comecei a falar com ela percebi que era tão legal quanto. Ela seria aquele tipo de pessoa que em termos de roupa, estilo, voz, eu venero!

(As duas primeira têm uma banda, a mesma)

A terceira, a princípio era mais uma amiga da minha mãe, nem a conhecia. Mas depois de umas boas noites e incíos de manhãs, vi que não podia mais viver sem! Tantas gargalhadas juntas, muitas, muitas... Uma alegria contagiante.

E a quarta, por fim, seria EU! Não como estou agora, não como a maioria dos meus 'amigos' me conhecem, mas eu na entrada da adolescência, era mais legal, mais comunicativa, bons tempos... Resgatarei essa pessoa, mesmo que demore um pouco, gostava de mim como era, hoje não gosto tanto, fiquei muito diferente...

Não queria me perder em meio de todos os fatos em que vivo, mas isso aconteceu. E essas pessoas misticamente estão fazendo com que me ache de novo. Voltei a ter um objetivo claro e destacado, não estou andando vagamente, sei o que estou fazendo, e pela primeira vez acho que dará certo. Não joguei tudo pro ar como antes...

Então agradeço as três, principalmente as duas primeiras...


terça-feira, 26 de agosto de 2008

Meu mundo!

Certamente é fácil viver sonhando, viver no seu própio mundinho, pensando no mundo ideal! Mas na hora que um problema vem até ti, olha insano, perdido. Busca ajuda. Não consegue. Fica sozinho. Não reage. Bem vindo ao CAOS!

Exemplos de uma vida ilusória é o que eu realmente não preciso, quero algo real, algo que existe, que não seja tão doloroso quanto ao meu mundo, o qual fujo desesperadamente.

Já caiu na tua própia armadilha? Eu tento sair dela, depois de um tombo. O meu mundo era perfeito, sem sofrimento, sem pessoas no caminho. Até que um dia um acontecimento inesperado, mas previsto, ocorreu: eu percebi que vivia nesse mundo do qual só eu participava e a vida não era assim e contra minha vontade outras pessoas invadiram meu mundo, sem invadir! Eu as trouce para dentro! Ninguém além de mim, iria suportar esse loca no qual vivia, então deixei-o de lado, e fui viver na 'civilização', óbvio que não me adaptei, mas há duas pessoas que não me deixam voltar para o meu canto, meu refúgio. Mas não tenho raiva delas, simplesmente nao sei explicar o que é, claro que não é o mesmo sentimento para as duas, entretanto é parecido!

O que me deixa estressada todos os dias, é o que as outras pessoas são, seres totalmente diferentes de mim. E me irritam, amedrontam-me. Tenho medo dos diferentes, então devo prejulgar que tenho medo de mim, pois é bem mais provável que eu seja a diferente.

Quero voltar ao meu mundo, por mais que ele seja surreal, nele não sofro, não me irrito, não me excluo!

domingo, 24 de agosto de 2008

Who am I


Não sei!
Passo horas tentando me entender e conhecer, em vão. Aprofundo-me nos pensamentos de tal zelo que as vezes sinto algo estranho, cujo significado não sei explicar, e cada vez que escrevo ele fica mais dificil de entender.

O padrão da vida é: viver e morrer. No meio desses dois fatos incontestáveis é o que diferencia cada um, mas ultimamente esse complemento tem sido a mesma coisa para todos!

Quem eu sou? Um enigma, até agora não desvendado, perdido na escuridão da imaginação de um ser, esquecido na memória de outro, lembrado por alguém, sempre- eu! O fato de eu existir implica em sentimento existirem, razões e motivos. Mas como saberei quais são, para que assim continue a viver? Não sei quem eu sou, mas sei como sou. Não quero a perfeição- ela não existe, não quero a inexistencia- é indeferente, não quero elogios, críticas, ou qualquer coisa supérflua e por momentos, desnecessárias. Quero explicações, motivos, compreenção de quem somos, e por que somos. Quero saber o que sinto, saber o que penso, saber o que faço! Para, enfim, controlá-los.

Sim, sempre quero controle. É o que me mantém resistênte, forte. Controlo para ter o poder sentir-me alguém interessante, me escondo nas coisas que controlo, caso elas caiam ou percam seus postos, vou estar de pé ainda!

Mas volta a pergunta de quem eu sou! Por que faria tudo isso, por que me desgasto para controlar e ter coisas? Por medo de enfrentar, ou medo de perder?

Ah, não pense que quero saber o motivo pelo qual eu exista, ou minha missão na terra! Isso é bobagem... Nem que quero provar algo para alguém- passei da fase de dar maxima importância para o que vão ou nao achar de mim.

O que quero é entender-me! Passei tempos imaginando coisas e esqueci de viver! Perdi-me, só quero agora me reencontrar!

domingo, 17 de agosto de 2008

Solidão...

Mesmo que queira ficar sozinha, não consigo entender o motivo pelo qual o faço.
Sei que não tenho companhia alguma, mas quando fico só me sinto bem, o que deixa-me mal é o fato de ter que se esconder, ter que conformar-se que nada tem!
Mesmo insistindo que ficar só é o melhor a se fazer, há muitas contradições, obstáculos, pessoas. O que temo é a ação futura da solidão, não quero me tornar alguém indiferente, ou fútil.
Resisto a tudo e todos, que tentam fazer-me voltar para aquela vida supérflua, mas por quanto tempo?! A cada conversa que tenho com todas as pessoas, penso nas hipóteses póssivel para meu refugio não ser descuberto, mas todos já o encontraram, e já o atingiram. Duas proteções minhas caíram: tentar ser inatingível e me esconder na solidão.
Inatingível deixamos de ser a partir do momento que gostamos de alguém, ou nos preocupamos com alguém, perde-se totalmente em seus sentimentos e deixa a razão. A solidão deixo quando penso por qual motivo a pratico.
Todas minhas táticas se foram, agora fico totalmente frágil e exposta a qualquer perda ou sofrimento alheio. Tento me reencontrar, mas o que consigo fazer é perder-me mais nos acontecimentos da vida, e imaginar como seria algo ideal!

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

"Amigos"

"Amigos", sim tenho muitos, gostaria que essa ironia fosse verdade! Mas não é, tenho que me acostumar com esse novo jeito de viver, fora daquele mundinho que vivia, perfeito, com todos os meus "amigos", aquela vida ideal que nunca existiu!
Um dia eu acordei e vi o caos em que me encontrava, descobri que meus "amigos" nunca foram meus amigos, que nunca tive nenhuma vida perfeita! Quando cai na realidade percebi que teria de mudar muitas coisas em mim para conseguir me levantar, mesmo que isso leve um tempo, vou voltar! Ser como antes, quem sabe não me fecho de vez, num lugar onde ninguém entre, ou não ligar mais?!
Enfim, não vou mais sofrer por algo que nunca tive! Não vale a pena, afinal amigos não nos fazer sofrer, chorar ou seja lá o que for!
Desculpe-me a melancolia, garanto que a minha vontade de escrever algo profundo ou totalmente formal é mínima!
Bem vindos a terrível vida confusa e estranha de um (a) adolescente!

domingo, 10 de agosto de 2008

the humans

Está ai algo que nunca vou entender, os humanos!
Não entendo como eles agem a frente de alguma situação e nem como saem dela!
É fato que para eu tentar endendê-los tenho que me entender primeiro, no entanto isso não acontece. Sempre há um ponto de interrogação na minha vida, não como uma pessoa insegura que não toma decisões, mas como alguém que literalmente não sabe explicar o que sente.
Discutir temas cuja a resposta existe e não exigi tanto para fazê-lo, é bem mais simples do que falar sobre seus sentimentos, as vezes não faz idéia do que eles representam, não sabe como enfrentá-los. Pode ser tão difícil assim porque falar sobre você mesmo, implica em mostrar seus defeitos, problemas. Coisas que não quer revelar a todos!
Conversar com alguém pra mim, pessoalmente, é tão complicado quanto fazer uma prova! É quase que impossível olhar nos olhos desse alguem e começar a tematizar sua vida, expor-se assim...
Quais as consequências desta possível conversa depois?! O que a pessoa pode pensar e no futuro fazer eu não sei!

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Amor - blah!

Pra que amar?! Como podemos sentir algo que nem sabemos o que é, não sabemos explicar, controlar e as vezes resistir!!??!?!
Há anos tentam explicá-lo, alguns poetas dedicam a vida, outros em alguma fase melancólica tentam falar sobre! Não pretendo entrar nesse situação.
Também não quero difiní-lo, nem entendê-lo. Quero apenas sobreviver durante e após dele!
Para aqueles que tem medo de chorar, ou simplesmente não choram, é meio difícil continuar forte. Aqueles que se abrem com todos, e nao vêem problemas nisso (definitivamente, não sou esse tipo de pessoa) é mais fácil. Mas pra que passar por tudo isso?! Um processo um tanto quanto doloroso, não podemos simplismente pulá-lo?! Não quero sua eterna ausência, apenas um tempo dele!
...
Posso até tentar deixá-lo de lado, certeza terei de que nada certo dará!
Pensando melhor, como posso deixar algo que (como citado) não sei o que é?! Mas ao mesmo tempo, como posso viver sem saber o que sinto!?!
Isso se o amor for só mais um sentimento! Pode ser mais alguma coisa.
Não consigo viver sem ele, mas no momento, com ele não consigo viver!