Saudade. Fico lembrando de maio e junho. Lembrando das musicas, dos seus olhares provocativos, das minhas confusões e inseguranças. Das expectativas, das cenas criadas na cabeça. Dos sonhos.
Saudade daquele dia 18. Dos movimentos inexatos e ansiosos... Das risadas, do "não saber o que fazer"...
Saudade, de você aqui, agora.
segunda-feira, 26 de novembro de 2012
quinta-feira, 22 de novembro de 2012
[in]decisões confusas de uma Terça e Quarta feira de madrugada
Engraçado como você está matando tudo de pouco em pouco... Como suas ações falhas superam as boas. Como você perde, a cada dia, aquilo que me fazia apaixonar. Engraçado como as coisas que fala se tornaram cansativas e as que escuta raras.
Estranho como o tempo te diminuiu, quando deveria aumentar. Estranho como a metonímia se inverteu e agora o conteúdo se troca pelo continente- isso é algo triste de se acontecer a uma pessoa. É como se o copo d'água se esvaziasse numa vazão maior do que deveria.
Estranho como as surpresas já não importam e surpreender é irrelevante. Estranho fingir que está tudo bem quando não está. Não sentir mais aquele ânimo e o pouco que sente, quando sente, é tão efêmero comparado ao estrago da rotina que não se pode aproveitar o momento de deleite.
Confuso saber que gosto de ti, mas não saber a intensidade outrora definida. Mais ainda é saber que quero continuar e fazer tudo dar certo novamente [de um jeito mais divertido, intrigante, sedutor, dinâmico e apaixonado], mesmo quando quase tudo aponta à desistência.
Difícil perceber quão tênue é a linha de felicidade demasiada e decepção angustiante. Difícil achar um meio termo, que não seja nem demais de muito pouco, uma equidade. Difícil assumir que pode ser puro egoísmo e orgulho. Ou que não importa o que você faça, talvez eu tenha simplesmente cansado e esteja precisando de um tempo [como as férias] para sentir sua falta e lembrar por que me apaixonei.
Talvez eu queira tanto que isso dê certo e acabei por me exaltar e cometi erros idiotas e forçosos. Na minha ânsia de te ajudar, devo ter falado o que não devia e de um modo que não era apropriado. Isso pode ter piorado tudo.
Mas sei que sou mais forte do que isso e vou continuar tentando, porque ainda acho que você vale a pena. Ainda sinto que não posso entregar tudo sem lutar, lutar e lutar. E não me chame de orgulhosa [mesmo eu sendo] porque todos os dias eu engulo meu orgulho e continuo apostando em nós.
Não vou desistir porque 1) talvez eu não tenha feito o suficiente; 2) não sou tão idiota para deixar escapar; 3) ainda posso fazer mais do que faço, se é o que precisamos; 4) não digo "eu te amo" à toa.
Estranho como o tempo te diminuiu, quando deveria aumentar. Estranho como a metonímia se inverteu e agora o conteúdo se troca pelo continente- isso é algo triste de se acontecer a uma pessoa. É como se o copo d'água se esvaziasse numa vazão maior do que deveria.
Estranho como as surpresas já não importam e surpreender é irrelevante. Estranho fingir que está tudo bem quando não está. Não sentir mais aquele ânimo e o pouco que sente, quando sente, é tão efêmero comparado ao estrago da rotina que não se pode aproveitar o momento de deleite.
Confuso saber que gosto de ti, mas não saber a intensidade outrora definida. Mais ainda é saber que quero continuar e fazer tudo dar certo novamente [de um jeito mais divertido, intrigante, sedutor, dinâmico e apaixonado], mesmo quando quase tudo aponta à desistência.
Difícil perceber quão tênue é a linha de felicidade demasiada e decepção angustiante. Difícil achar um meio termo, que não seja nem demais de muito pouco, uma equidade. Difícil assumir que pode ser puro egoísmo e orgulho. Ou que não importa o que você faça, talvez eu tenha simplesmente cansado e esteja precisando de um tempo [como as férias] para sentir sua falta e lembrar por que me apaixonei.
Talvez eu queira tanto que isso dê certo e acabei por me exaltar e cometi erros idiotas e forçosos. Na minha ânsia de te ajudar, devo ter falado o que não devia e de um modo que não era apropriado. Isso pode ter piorado tudo.
Mas sei que sou mais forte do que isso e vou continuar tentando, porque ainda acho que você vale a pena. Ainda sinto que não posso entregar tudo sem lutar, lutar e lutar. E não me chame de orgulhosa [mesmo eu sendo] porque todos os dias eu engulo meu orgulho e continuo apostando em nós.
Não vou desistir porque 1) talvez eu não tenha feito o suficiente; 2) não sou tão idiota para deixar escapar; 3) ainda posso fazer mais do que faço, se é o que precisamos; 4) não digo "eu te amo" à toa.
quinta-feira, 15 de novembro de 2012
"I can't scape, I'll love you til the end"
Saudade. Saudade das nossas coisas fáceis como eram, tranquilamente pacíficas. Saudade de ter você aqui todos os dias. De ter nossos problemas resumidos a, digamos, um eventual novo conhecimento específico. Saudade de ter crises de risos, dos silêncios imensos e confortáveis.
Você costumava ser aquela pessoa que não decepcionaria, que não me deixaria mal- pelo contrario, faria de tudo para me ver bem, se possível, o tempo todo. Que me arrancaria sorrisos inexplicáveis. Você seria a pessoa que me faria viver de novo e me fazer perguntar, todos os dias, por que alguém como você estaria com alguém como eu!
Mas a perfeição não existe.
Você fez tudo isso que propôs e lhe sou eternamente grata. O primeiro problema é que nesse ultimo mês você me deixou tão mal quanto estava no começo do ano. E o segundo é que você tem me feito mal, mas a sua ausência me faz pior.
Essa dicotomia me exige tanto, exausta-me. Faz-me querer-te e não te querer ao mesmo tempo. Dói e me deixa confusa. Você não faz ideia de como está difícil lidar com isso tudo. Ver você aqui e querer te abraçar e ao mesmo tempo te implorar [em silêncio] por distância.
Parece-me que o segundo problema supera o primeiro. Já não posso escapar. Preciso de você... não... Quero você. Precisar não é adequado porque preciso de pessoas em geral, querer é facultativo. Não consigo ficar tanto tempo longe, quase nada, na verdade.
Por isso decidi fazer o que falei-te. Você me fez sofrer bem mais do que imagina, sei que não foi sua intenção [e me alivio por sabê-lo], todavia, ma petite, você sofrerá com as consequências de tê-lo feito. Não são de todas ruins, mas precisará muito mais do que uma rosa [e outras coisitas mais] para que eu volte ao normal. Portanto, prepare-se porque se antes você fazia de tudo, agora terá que fazer [quase] o impossível.
P.S.: amo amo amo amo amo amo você [mesmo assim].
Você costumava ser aquela pessoa que não decepcionaria, que não me deixaria mal- pelo contrario, faria de tudo para me ver bem, se possível, o tempo todo. Que me arrancaria sorrisos inexplicáveis. Você seria a pessoa que me faria viver de novo e me fazer perguntar, todos os dias, por que alguém como você estaria com alguém como eu!
Mas a perfeição não existe.
Você fez tudo isso que propôs e lhe sou eternamente grata. O primeiro problema é que nesse ultimo mês você me deixou tão mal quanto estava no começo do ano. E o segundo é que você tem me feito mal, mas a sua ausência me faz pior.
Essa dicotomia me exige tanto, exausta-me. Faz-me querer-te e não te querer ao mesmo tempo. Dói e me deixa confusa. Você não faz ideia de como está difícil lidar com isso tudo. Ver você aqui e querer te abraçar e ao mesmo tempo te implorar [em silêncio] por distância.
Parece-me que o segundo problema supera o primeiro. Já não posso escapar. Preciso de você... não... Quero você. Precisar não é adequado porque preciso de pessoas em geral, querer é facultativo. Não consigo ficar tanto tempo longe, quase nada, na verdade.
Por isso decidi fazer o que falei-te. Você me fez sofrer bem mais do que imagina, sei que não foi sua intenção [e me alivio por sabê-lo], todavia, ma petite, você sofrerá com as consequências de tê-lo feito. Não são de todas ruins, mas precisará muito mais do que uma rosa [e outras coisitas mais] para que eu volte ao normal. Portanto, prepare-se porque se antes você fazia de tudo, agora terá que fazer [quase] o impossível.
P.S.: amo amo amo amo amo amo você [mesmo assim].
segunda-feira, 22 de outubro de 2012
porque meu coração é uma ilha...
Estou naquele momento no qual tudo que penso sentir, tudo o que quero escrever e falar Drummond, Fernando Pessoa ou Clarice já o fizeram. É triste, devo admitir. Por segundos imprecisos me vem à cabeça aquela sensação de inutilidade e incapacidade literária. Exporto-me do mundo, sou o mundo, temo o mundo. Exporto-me de mim, transformo-me em outrem, tenho tantos "eus" que já não sei dizer quem fora o original, o primogênito, o escolhido [estranho que para mim todos esses adjetivos sempre escolhem uma pessoa só, embora sejam tão diferentes]. E, por último, mergulho em mim, torno-me um imenso e escuro oceano, cheio de segredos e perigos, dos quais não consigo entender. Recuo-me em ilha, nego a ilha, recuso, crucifico, perdoo, refaço, renego, questiono, exponho, respondo, às vezes penso que sou a ilha e todos os meus movimentos aporéticos se resumem nos meus próprios sentimentos atônitos, tortos, risotos.
Depois de encarar o fato de que, ok, admito perder para eles, afinal, são os grandes, os ídolos... Acho que as regras sociais de realização das suas ambições admitem perder para os mestres. As regras sociais sim, o ditado oriental não. Mas o que fazer? Não se pode agradar aos gregos e troianos... Chega de enrolar, mais que na hora de postar algo digno de ser lido por alguém da... desses lugares aleatórios que aparecem nas estatísticas, como... Tibet, Bielorússia, Zaire, Rússia, Alasca... E por aí vai...
-----
Sinto. O coração aperta, deprime, contrai, pulsa, pulsa, pulsa. Usa, abusa, pulsa, dói. Afoga-se em tantas agonias e bate tão ofegante, rouba o oxigênio designado à respiração. Já não respiro mais, suspiro. Grita, pulsa, pulsa, pulsa. Clama por atenção. Dilacerado, quebrado, partido, rompido, esmagado, estraçalhado. Pulsa, pulsa, pulsa, luta e tenta recolher as migalhas. Corta-se nos próprios cacos. Dói. O sangue novo escorre e limpa o velho. Arde.
Já não respiro, suspiro. Lamento. Choro em silêncio e me confundo com a água da torneira aberta, quieta, esbelta. Nome já não tem. Tristeza, beleza, melancolia, cólicas e cotovias. Apenas sinto e não devia, não devo. Pulsa, pulsa, pulsa. As folhas caíram mas o tempo não passou, se passou foi enganado, mascarado, forçado.
Os dias se estendem comprimidos, decididos, infinitos, sucumbidos. As lembranças se perpetuam. Pulsa, pulsa, pulsa, dói. Simplesmente me vejo impossibilitada de jogar a gaita pelo ralo abaixo. De dissolver a voz na chuva. De trancar a imagem num baú e perder a chave. Pulsa... e pulsa agoniadamente rumo ao desespero de não ter e perder. Todo o sentimento: em papel rasgado.
[...] a centenas de milhas daqui.
Depois de encarar o fato de que, ok, admito perder para eles, afinal, são os grandes, os ídolos... Acho que as regras sociais de realização das suas ambições admitem perder para os mestres. As regras sociais sim, o ditado oriental não. Mas o que fazer? Não se pode agradar aos gregos e troianos... Chega de enrolar, mais que na hora de postar algo digno de ser lido por alguém da... desses lugares aleatórios que aparecem nas estatísticas, como... Tibet, Bielorússia, Zaire, Rússia, Alasca... E por aí vai...
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Sinto. O coração aperta, deprime, contrai, pulsa, pulsa, pulsa. Usa, abusa, pulsa, dói. Afoga-se em tantas agonias e bate tão ofegante, rouba o oxigênio designado à respiração. Já não respiro mais, suspiro. Grita, pulsa, pulsa, pulsa. Clama por atenção. Dilacerado, quebrado, partido, rompido, esmagado, estraçalhado. Pulsa, pulsa, pulsa, luta e tenta recolher as migalhas. Corta-se nos próprios cacos. Dói. O sangue novo escorre e limpa o velho. Arde.
Já não respiro, suspiro. Lamento. Choro em silêncio e me confundo com a água da torneira aberta, quieta, esbelta. Nome já não tem. Tristeza, beleza, melancolia, cólicas e cotovias. Apenas sinto e não devia, não devo. Pulsa, pulsa, pulsa. As folhas caíram mas o tempo não passou, se passou foi enganado, mascarado, forçado.
Os dias se estendem comprimidos, decididos, infinitos, sucumbidos. As lembranças se perpetuam. Pulsa, pulsa, pulsa, dói. Simplesmente me vejo impossibilitada de jogar a gaita pelo ralo abaixo. De dissolver a voz na chuva. De trancar a imagem num baú e perder a chave. Pulsa... e pulsa agoniadamente rumo ao desespero de não ter e perder. Todo o sentimento: em papel rasgado.
[...] a centenas de milhas daqui.
domingo, 2 de setembro de 2012
Enquanto isso, numa galáxia bem distante daqui
É... Faz um tempo que não escrevo... Ócio do ofício.. Mas devo dizer que tudo vai bem, muito bem. A saúde vai bem, a mãe, o cachorro, a tia, o passarinho, vão todos bem... Aqui na Terra tem muito samba e muito show de rock'n'roll, uns dias chove noutros bate sol...
Mas quero falar de outro lugar...
Enquanto isso na Galáxia G3549-t... Lá, digo, aqui vai tudo perfeitamente lindo... Cada olhar exprime a mais bela obra de arte contemplada num único ser. Cada risada é designada à euforia interna de se saber que está feliz. Cada suspiro ofegante é associado a momentos de êxtase incansável. Cada abraço significa a maior demonstração de carinho e cuidado que poderia receber e de forma mais terna. Cada palavra emite som de afeição e encantamento.
Aqui nessa galáxia, coca-cola e ruffles demonstram atos recentemente passados. Flores são presentes magníficos e surpreendentes. Sinto, de vez em sempre, que aqui a gravidade é maior... Mas não entrarei nessa questão por incapacidade de versatilidade [momentânea] com as palavras...
Aqui as imagens do futuro são mais reais e fascinantes. Os planos são sonhos daqueles que pedimos para não acordar. Os toques e os gostos são intensificados e passados à outra esfera. As viagens separadas são longas e sofridas... Já as acompanhadas são rápidas e inesquecíveis. A saudade dói... Mas alimenta a alma ao mesmo tempo. Os teletransportadores quebrados dificultam a vida, mas as permissões dos caras lá de cima suprem essa dificuldade. Na verdade, essas permissões às vezes nos fazem ficar confusas... Mas vai saber, eles é quem decidem o que e como fazer...
Aqui o amor não sofre, não chora, não arde, não sucumbe... Aqui o amor é serene e alegra até os mais tristes pensamentos.
E aqui o tempo voa...
Mas quero falar de outro lugar...
Enquanto isso na Galáxia G3549-t... Lá, digo, aqui vai tudo perfeitamente lindo... Cada olhar exprime a mais bela obra de arte contemplada num único ser. Cada risada é designada à euforia interna de se saber que está feliz. Cada suspiro ofegante é associado a momentos de êxtase incansável. Cada abraço significa a maior demonstração de carinho e cuidado que poderia receber e de forma mais terna. Cada palavra emite som de afeição e encantamento.
Aqui nessa galáxia, coca-cola e ruffles demonstram atos recentemente passados. Flores são presentes magníficos e surpreendentes. Sinto, de vez em sempre, que aqui a gravidade é maior... Mas não entrarei nessa questão por incapacidade de versatilidade [momentânea] com as palavras...
Aqui as imagens do futuro são mais reais e fascinantes. Os planos são sonhos daqueles que pedimos para não acordar. Os toques e os gostos são intensificados e passados à outra esfera. As viagens separadas são longas e sofridas... Já as acompanhadas são rápidas e inesquecíveis. A saudade dói... Mas alimenta a alma ao mesmo tempo. Os teletransportadores quebrados dificultam a vida, mas as permissões dos caras lá de cima suprem essa dificuldade. Na verdade, essas permissões às vezes nos fazem ficar confusas... Mas vai saber, eles é quem decidem o que e como fazer...
Aqui o amor não sofre, não chora, não arde, não sucumbe... Aqui o amor é serene e alegra até os mais tristes pensamentos.
E aqui o tempo voa...
segunda-feira, 13 de agosto de 2012
Happy together..
Sono, cadê?
Happy Together- The Turtles
Imagine me and you, I do
I think about you day and night
It's only right
To think about the girl you love
And hold her tight
So happy together
If I should call you up
Invest a dime
And you say you belong to me
And ease my mind
Imagine how the world could be
So very fine
So happy together
I can't see me loving nobody but you
For all my life
When you're with me
Baby the skies will be blue
For all my life
Me and you
And you and me
No matter how they tossed the dice
It had to be
The only one for me is you
And you for me
So happy together
I can't see me loving nobody but you
For all my life
When you're with me
Baby the skies will be blue
For all my life
Me and you
And you and me
No matter how they tossed the dice
It had to be
The only one for me is you
And you for me
So happy together
So happy together
How is the weather
So happy together
We're happy together
So happy together...
(espero que goste da surpresa..)
Happy Together- The Turtles
Imagine me and you, I do
I think about you day and night
It's only right
To think about the girl you love
And hold her tight
So happy together
If I should call you up
Invest a dime
And you say you belong to me
And ease my mind
Imagine how the world could be
So very fine
So happy together
I can't see me loving nobody but you
For all my life
When you're with me
Baby the skies will be blue
For all my life
Me and you
And you and me
No matter how they tossed the dice
It had to be
The only one for me is you
And you for me
So happy together
I can't see me loving nobody but you
For all my life
When you're with me
Baby the skies will be blue
For all my life
Me and you
And you and me
No matter how they tossed the dice
It had to be
The only one for me is you
And you for me
So happy together
So happy together
How is the weather
So happy together
We're happy together
So happy together...
(espero que goste da surpresa..)
sábado, 11 de agosto de 2012
trilha sonora de uma sexta virando sábado
música:
babe I'm gonna leave you- Led Zeppelin
situação:
hm.. essa é uma postagem um tanto quanto especial... Talvez para alguma comemoração ou feito muito importante, não sei.. devo descobrir em algum tempo se ninguém me contar antes...
Mas pensemos assim..
Mais ou menos 00h00.. tirei a introdução dessa música, e estava sentada na cama tocando... com a minha camiseta preta de Brighton que uso para dormir e/ou ficar em casa... Você levantou da cama, vestiu minha camisa xadrez vermelha [que cá entre nós, veste-lhe muitíssimo bem], acendeu um cigarro, foi até a geladeira pegou uma das suas garrafinhas de cerveja, vejo-te colocar a garrafa sobre a pia e abri-la, falando "ó, torque, tá vendo?" e ao mesmo tempo segurando o cigarro com a mão esquerda que segurava a garrafa.
I'll leave when the summertime
Leave when the summer comes a rolling...
Você me olhava tocar, de pé ainda com o braço esquerdo apoiado na pia, o cigarro trocara de mão e dividia espaço com a cerveja... Parei de tocar pela impossibilidade de ver-te ali e não fazer nada. Coloquei a música para tocar no meu celular da parte onde havia parado de tocar...
A pia estava limpa, todas as louças guardadas, exceto duas canecas que estavam do outro lado e um garfo.
I know, I know, I know
I never never never never never gonna leave babe
Sim, é uma informação essencial. A pia estava limpa o suficiente.
Edigamosquevocênãoestavamaisempé.
We gonna go, walking through the park every day
What I say, every day, it's really growin
babe I'm gonna leave you- Led Zeppelin
situação:
hm.. essa é uma postagem um tanto quanto especial... Talvez para alguma comemoração ou feito muito importante, não sei.. devo descobrir em algum tempo se ninguém me contar antes...
Mas pensemos assim..
Mais ou menos 00h00.. tirei a introdução dessa música, e estava sentada na cama tocando... com a minha camiseta preta de Brighton que uso para dormir e/ou ficar em casa... Você levantou da cama, vestiu minha camisa xadrez vermelha [que cá entre nós, veste-lhe muitíssimo bem], acendeu um cigarro, foi até a geladeira pegou uma das suas garrafinhas de cerveja, vejo-te colocar a garrafa sobre a pia e abri-la, falando "ó, torque, tá vendo?" e ao mesmo tempo segurando o cigarro com a mão esquerda que segurava a garrafa.
I'll leave when the summertime
Leave when the summer comes a rolling...
Você me olhava tocar, de pé ainda com o braço esquerdo apoiado na pia, o cigarro trocara de mão e dividia espaço com a cerveja... Parei de tocar pela impossibilidade de ver-te ali e não fazer nada. Coloquei a música para tocar no meu celular da parte onde havia parado de tocar...
A pia estava limpa, todas as louças guardadas, exceto duas canecas que estavam do outro lado e um garfo.
I know, I know, I know
I never never never never never gonna leave babe
Sim, é uma informação essencial. A pia estava limpa o suficiente.
Edigamosquevocênãoestavamaisempé.
We gonna go, walking through the park every day
What I say, every day, it's really growin
sábado, 4 de agosto de 2012
sábado de manhã
Sábado de manhã. Acordei cedo. 9h42min. Contra a minha vontade, como sempre. Consegui levantar da cama 10h01min, tomei um café da manhã quase desprezível na impossibilidade de ter paciência e disposição para preparar algo digno de se comer. Tomei banho e me arrumei, saímos de casa e viemos para a unesp, mamãe precisava trabalhar em algo que não fui capaz de prestar atenção.
Mas sabe, meu amor, sábados de manhã costumam me lembrar do futuro. rsrs
Sim, digo, lembrar dos planos para o futuro e toda aquela mesmice de sempre "o que vou ser, o que quero fazer", contudo, dessa vez me foi diferente a lembrança. Não pensei exata e exclusivamente em mim... Pensei em nós, como estaríamos num sábado de manhã passeando com o cachorro [não vou abolir a ideia de um cachorro, não adianta rsrs] no seaside em Brighton... De certa forma a cor do sábado de manhã e de como a luz do sol incide e reflete nas coisas daqui fazem uma similaridade saudosista com a paisagem de lá.
Pensei num bom café da manhã ao velho e bom som de Louis Armstrong [hoje ele faria 111 anos, btw], com direito a um café do Starbucks ou do Nero e cookies de chocolate do Tesco, todos ali, da Palmeira's Square. Pensei também em uma ida até Rottingdean, que é do lado, ir ao parque da igreja, comer um cream tea... Ah, boas lembranças que tive do futuro nessa sábado de manhã, fez-me tão feliz a memória que até esqueci me encontrar num período matutino.
sinto saudade, tanto de ti como desse próximo você.
amoamoamoamoamoamoamoamoamoamoamoamoamoamoamoamovocê.
Mas sabe, meu amor, sábados de manhã costumam me lembrar do futuro. rsrs
Sim, digo, lembrar dos planos para o futuro e toda aquela mesmice de sempre "o que vou ser, o que quero fazer", contudo, dessa vez me foi diferente a lembrança. Não pensei exata e exclusivamente em mim... Pensei em nós, como estaríamos num sábado de manhã passeando com o cachorro [não vou abolir a ideia de um cachorro, não adianta rsrs] no seaside em Brighton... De certa forma a cor do sábado de manhã e de como a luz do sol incide e reflete nas coisas daqui fazem uma similaridade saudosista com a paisagem de lá.
Pensei num bom café da manhã ao velho e bom som de Louis Armstrong [hoje ele faria 111 anos, btw], com direito a um café do Starbucks ou do Nero e cookies de chocolate do Tesco, todos ali, da Palmeira's Square. Pensei também em uma ida até Rottingdean, que é do lado, ir ao parque da igreja, comer um cream tea... Ah, boas lembranças que tive do futuro nessa sábado de manhã, fez-me tão feliz a memória que até esqueci me encontrar num período matutino.
sinto saudade, tanto de ti como desse próximo você.
amoamoamoamoamoamoamoamoamoamoamoamoamoamoamoamovocê.
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