domingo, 20 de junho de 2010

você2.

Pensei em algo engraçado, mas que tem sentido!

Passe um ano e pouco num anonimato extremo. Usando o termo: você...
Mas... e se quiser falar de outra pessoa agora?!
kkkkkkkkkkkkk

Tipo, hoje... Não quero escrever sobre Você, mas sobre outro você.
Você1, você2, você3... cansa, imagina o você9473294792

kkkkkkkkkkkkkk
parei parei
usaremos o você2, por hora.

Hum... não, nao vou escrever, dou muito na cara contigo!
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
20 minutos para UMA semana! \o/

8 days

8 dias!
está perto, perto, perto...
Comecei a arrumar as malas...

Finalmente está chegando. Sumir dessa cidade por um tempo. Tentar deixar tudo de lado.
Boa parte já ficou, mas tenho outras para deixar também.

"Colocar tudo na mochila, e tacar fogo depois"

Sempre fiz isso, não sei porque, de repende, ficou tão difícil. ;s
Não sei se dará tempo de sentir saudades..
Acho que não.

Ando tão de saco cheio daqui que, quanto mais longe, melhor.

terça-feira, 15 de junho de 2010

êê vidaa! pensa na copa e tudo belezinha

Se pensar nas possibilidades, estar bem, ou 'ser feliz', não é tão difícil quanto costumam dizer.
Pelo contrário, é fácil.
Se ainda pensar, na falsidade e no desinteresse alheio, felicidade, torna-se um objetivo chulo. E, talvez por isso, desmerecido.

Deixar de lado os problemas, as incertezas, as desculpas... É tão normal.
Hilário.
Sim, vocês sabem que adoro rir da desgraça alheia [inclusive da minha]. A felicidade condiconada é tão verdadeira quanto o choro de uma carpideira. Os gritos eufóricos são tão sonoros quanto o apito da fábrica enfurecida.

Mas, por que se preocupar tanto assim? Dizia que o mundo estava errado, tudo andava a caminho do caos. Depois, pensei que o problema fosse meu. Era muito problemática.
Agora não. Tenho certeza que o mundo está de cabeça para baixo.
It's not me, it's you.
Porem, também tenho clareza de que não adianta me irritar com banalidades.

Ah, quem sou eu para dizer que o mundo é algo banal?
Ninguem, apenas um serzinho insignificante, pensando que as pessoas precisam de um balde d'água fria.

Para os eufemistas de plantão, digam que o amor salvará o mundo! Gritem para todos ouvirem, que a solidariedade nos reerguerá para levantarmos, por uma última vez, a bandeira da paz.
Enquanto tentam fazer isso, eu estarei rindo.

E pensando que, a poesia não expressa mais o amor. Não aquele verdadeiro e sincero.
Frase e rimas prontas, 2 quartetos e 2 tercetos. Um único soneto pode acabar com toda a pseudo lírica de um jovem apaixonado.
E então?
Aguarde, até que os pés se fixem no chão por pressão, até que o rosto de feche e se torne inabalável. Talvez assim será o grito de basta!

sábado, 12 de junho de 2010

O Fabuloso Destino de Amélie Poulain

ahhhh
Amelie.
Esse filme é fantastico *-*
A trilha sonora é linda linda!

Viciei no meu blog. Adorei o plano de fundo!
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

sexta-feira, 11 de junho de 2010

it's time to move on


Adoro essa parte do filme! Sim, adoro o filme todo, mas essa é a melhor.
["elizabethtown"]

Ahh.. Blog com cara nova, em espírito inglês já! 17 dias, 17 dias!

O que posso dizer... Está na hora de voltar.
É hora de voltar a viver... A vida continua, certo?!
Independente de todo e qualquer sofrimento alheio.

Afinal, "não importa em quantos pedaços seu coração foi partido, o mundo não pára para que você o conserte."

O mais engraçado de tudo isso, é que nunca pensei em
ficar assim por alguém.
E se querem saber o lado bom disso, é quando percebe o quão forte pode ser.
Quando tudo parece estar para acabar e já não tem mais sentido, tampouco lógica, continuar.
Até 'autistar' por um tempo e pensar: como foi que cheguei a esse ponto?
Confesso que esperei muito, que sofri bastante...

Mas consegui. Estou pronta para deixar que vá. Dessa vez não pedirei desculpas, não direi que não tenho medo de falhar... Acho que direi apenas...
Não sei, talvez não consiga dizer nada, ou , simplesmente, não saiba o que dizer.

Por hora, basta um: "caso eu não te veja mais, bom dia, boa tarde e boa noite"

terça-feira, 8 de junho de 2010

a sete chaves

Deixe-me explicar como funciono. [ou pelo menos tentar]
Tenho várias gavetinhas e pseudos cadeados para trancá-las.
Pseudo porque estas, nunca se fecham por inteiro.

Cada pessoa tem uma gaveta, e cada uma delas tem seu dogma. Quando e como vai abrir demais, quase fechar, deixar um vão...

Quanto mais abertas as gavetas, mais exposta eu fico. Logo, mais cuidado teria que tomar. Por mais que sempre tente deixá-las o mais fechado possível, não consigo fazê-lo com total êxito.
Múltiplos motivos para as querer fechadas.

Costumo brigar com o rumo tomado. E, sem cautela, fecho a todo custo. Entretanto, elas abrem de novo, empurro, como quanto empurra uma gaveta lotada de roupas. Nunca fecha de forma apropriada.

Fica aquele vãozinho, uma única frestinha de luz.
Porém, quando a pessoa aparece, a gaveta se esbalda, quanta orgia.
Exatamente aí, nesses segundos, começa o meu problema.

Não era para abrir, tampouco deixar entrar sentimentos falsos e inquietos.
Quero-as fechadas, lacradas, para que nunca mais abram. Se é que me entende...

Sim... Podem me chamar de uma eremita lunática, mas sou assim. É melhor para mim e todos que me cercam. E quando tento mudar, não acontecem coisas boas.
Pelo contrário.
E se pudesse voltar? Voltaria para o dia em que te conheci. E o apagaria.
Arrepender-me-ia, contudo, seria a melhor coisa a fazer.
Tento, insaciavelmente, fechar sua gaveta, a sete chaves. Literalmente.

segunda-feira, 7 de junho de 2010

... .....

você foi.
fiquei apavorada, mas não posso negar que foi bom te ver, e saber que estava bem [ou pelo menos, parecia bem].

terça-feira, 1 de junho de 2010

over.

Perdi você.
Não posso acreditar que te perdi.
Não posso aceitar isso.

Nada que eu escreva mudará isso. "E não acho, nem consigo, um jeito de demonstrar isso".
Não consigo nem me abster, tampouco ser contra.

perdi você, só isso que consigo falar no momento.

-blog temporariamente fora do ar-
ç.ç